terça-feira, 2 de março de 2010

O Presidente da OPBB e a filiaçao de pastoras

0 Presidente da Ordem dos Pastores Batistas do Brasil concedeu entrevista a'O Jornal Batista, da Convençao Batista Brasileira, a respeito do seu mandato. Destaco sua posiçao em torno da participaçao de pastoras na Ordem, decidida na ultima Assembleia em Cuiaba.

OJB - Como o senhor avalia o reconhecimento do direito de pastoras filiadas antes de 2007 na última assembleia da OPBB?
Pastor Lécio - Avalio como uma ação normal e tranquila no contexto histórico recente de nossa ordem. O debate que está no pano de fundo dessa decisão de Cuiabá nem de longe ocupa lugar prioritário na pauta do nosso ministério. Estamos alertas aos desdobramentos naturais dos fatos que ocorrem no contexto do ministério batista no Brasil, mas jamais permitiremos que a preocupação exacerbada com este assunto roube nossa energia ou atraia a nossa atenção de forma a prejudicar o cumprimento da nossa tarefa como OPBB, mormente no que respeita às macro questões de hoje como o avanço da nossa obra missionária no Brasil e no mundo, a necessidade de uma educação teológica mais focada nas necessidades das nossas igrejas e nos reclames da nossa denominação, a urgente reavaliação do nosso programa de Educação Religiosa, de forma a assegurar um discipulado eficiente, e um fortalecimento mais vibrante da nossa identidade.

OJB - É possível afirmar que a OPBB caminha para a aceitação plena das pastoras em seus quadros? Por que?
Pastor Lécio - Não é tarefa fácil prognosticar o cenário da OPBB num futuro próximo no que concerne a este assunto. As pastoras que se filiaram à OPBB até 2007, pela decisão de Cuiabá, já foram plenamente aceitas no quadro de associados. Penso que vamos experimentar, a partir de agora, a presença e atuação dessas colegas em nossos encontros e assembleias, o que nos dará a chance de construir a OPBB a partir desta nova realidade. Nem seremos atropelados pelo está por vir, nem atropelaremos a história que, desejamos, seja sempre conduzida pelo Espírito Santo de Deus.

1 comentários:

Utahy Santos 8 de março de 2010 00:12  

Não consigo entender a resistência em aceitar mulheres no pastorado. Esta é uma discussão que já deveria ter sido vencida há décadas. Ali pelos anos 60 do século passado.