terça-feira, 21 de junho de 2011

Pensamento e prática na Convenção Batista Brasileira

Respeito a filosofia teológica que valoriza mais uma verdade do que a unidade no corpo de Cristo. Preocupa-me, entretanto sua infiltração sutil na Convenção Batista Brasileira. A Convenção tem editora própria - a Convicção Editora - mas duas organizações da CBB foram/estão sendo patrocinada em seus eventos pela editora que é o tentáculo deste tipo de pensamento.
Saliento que o pensamento defendido por tal editora em seus livros e eventos que promove é o mesmo que levou a Convenção do Sul dos Estados Unidos a dividir-se e, depois, a sair da Aliança Batista Mundial sob alegações que não vem ao caso agora.

Conversando com um dos líderes de uma das organizações que abriu espaço para esta editora, recebi como resposta que a presença dela no evento era por razões comerciais e não ideológicas.  As razões da editora, entretanto, conforme várias evidências, vão além do comercial.

Não sou contra que tal editora venda seus livros em nossos eventos. Isso contrariaria o princípio de liberdade de expressão e de pensamento que defendo. Entretanto, precisamos ter clareza dos princípios que defendemos e agir no sentido de mantê-los.

Respeito o direito dos comunistas de defenderem seus ideais e fazerem suas propagandas, mas, se sei que quando assumem o poder restringem nossos direitos de expressar ideais e fazer propaganda deles, preciso agir, com respeito, no sentido contrário, gerando diálogo que garanta a liberdade.

Respeito o direito dos maconheiros de fazerem suas passeatas, mas se acredito que a liberação ampla, geral e irrestrita da maconha pode aumentar o número de alienados e causar danos individuais e sociais, também devo agir expressando meus pensamentos sobre o assunto e fazendo com que sejam conhecidos.


Respeito o direito dos homossexuais de fazerem suas passeatas e articulações em busca do reconhecimento de direitos civis e até defendo tais direitos, mas se acredito que a homossexualidade é um assunto em torno do qual ainda não há amplo consenso em termos biológicos,  psicológicos, éticos ou teológicos, devo defender também a liberdade para se continuar debatendo o assunto de forma científica e respeitosa.

Entendo que, se a liderança batista que defende a unidade e a liberdade não prestar atenção a isso, vamos amargar logo, logo um clima de guerra em nossos arraiais.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

O início de um novo ciclo - parte 1

A vida é feita de ciclos, não somente em seus aspectos biológicos (infância, juventude, idade adulta e terceira idade ou nascimento, desenvolvimento, envelhecimento e morte, por exemplo), mas também em seus aspectos psicológicos, religiosos, sociais, enfim.

A identificação dos ciclos se dá a partir de referenciais por nós escolhidos. Podem ser, por exemplo, cronológicos (o período de atuação em uma atividade); humanos (um pastorado numa igreja); materiais (casa onde moramos) ou acadêmicos (escolas onde estudamos, curso realizado).

A identificação de ciclos nos ajuda na avaliação de aspectos da vida, na renovação de metas e revigora as energias que nos movem.

Podemos identificar alguns ciclos em nossa caminhada como igreja, inclusive nesse período de sete anos incompletos que estamos andando juntos. Podemos falar em período de estruturação organizacional, jurídica, patrimonial, operacional ou política, por exemplo.

Tenho uma compreensão de que estamos chegando ao final de um ciclo ou iniciando um novo ciclo e as razões que me levam a crer nisso são diversas, ainda que, prefira não publicá-las aqui e agora.

O fato é que, à luz de diversos indicadores, tenho a sensação e uma forte convicção de que estamos em processo de transição para um novo ciclo na vida de nossa igreja, no qual a atividade fim poderá, finalmente, ocupar maior espaço em nossas reflexões e ocupações.

Alguém perguntará: porque isso não aconteceu até agora? Gostaria de responder iniciando com uma analogia.

A relação de um casal pode ser dividida em duas fases. A primeira é a fase do namoro; a segunda, do casamento. Na fase de namoro, cada um mora em sua casa, onde não tem a responsabilidade de gerenciá-la (cuidar do abastecimento, preparo da alimentação, preocupação com limpeza e manutenção, cuidados com as roupas, administração do orçamento, enfim), uma vez que isso é responsabilidade dos pais.

Nesta fase, o casal geralmente se encontra em horários específicos, previamente acertados, com o objetivo de vivenciarem atividades lúdicas. O tempo é investido em atividades afetivas e não institucionais.

No casamento ambos passam a viver sob o mesmo teto e assumem a responsabilidade de administrar todos os aspectos estruturais da vida a dois. São responsáveis pela definição e administração do orçamento, divisão e execução dos deveres de casa, organização do tempo e cuidado dos filhos, elementos que não faziam parte de suas preocupações anteriores.

Casais em crise não percebem que muitos dos seus conflitos ocorrem não porque um deles mudou depois do casamento, mas por não perceberem que as circunstâncias mudam totalmente depois do casamento. Não percebem que é justamente a inabilidade para administrarem juntos os deveres e direitos da convivência sob o mesmo teto, uma das principais causas de conflitos. A questão, portanto, não seria somente falta de investimento na afetividade, mas também despreparo para gerenciamento das responsabilidades.

Para que um casal construa uma caminhada feliz, é preciso ser competente para equilibrar questões relacionadas à afetividade e questões ligadas à institucionalidade. Se alguma coisa não anda bem, o primeiro passo é fazer uma relação daquilo com o que ambos estão satisfeitos e outra do que gera insatisfação, a fim de buscar uma solução.

Na caminhada espiritual ocorre o mesmo. Não percebemos que viver em comunhão com Deus e viver em comunhão com a família de Deus tem implicações e exigências diferentes. A primeira geralmente nos agrada, especialmente quando se vive num clima de contemplação, de apenas ouvir Deus dizendo-nos sobre os caminhos pelos quais seguir ou de somente receber as boas oportunidades, as bênçãos que ele nos dá.

A segunda – fazer parte da família de Deus -, entretanto, tem a ver com equação de pensamentos diferentes referentes a crenças, uso de tempo, dinheiro, espaço, valores e prioridades numa convivência democrática constituída por uma população plural.

Nesse caso, ainda que a dimensão espiritual da fé precise ser enfatizada, não há como desenvolver uma caminhada saudável se os elementos institucionais que norteiam a convivência não forem adequadamente equacionados. Por maior que seja o investimento em oração e estudo da Palavra, sem ações concretas em relação aos elementos institucionais, a convivência se caracterizará pelo círculo vicioso “orar - ler a Bíblia - apagar fogo”. Pior: sem dar atenção aos problemas da organização, o cupim vai se instalando e, mesmo que tudo pareça bem diante de belos discursos, em dado momento a casa cai, literal e figuradamente.

No primeiro mês do meu ministério na IBG fiz uma pesquisa por escrito, perguntando duas coisas: 1) o que te atraiu à IBG; 2) o que você modificaria na IBG. Com base nela elaborei uma trilha pela qual tenho caminhado até aqui.

Nesses anos trabalhamos sim a dimensão teológica, mas em nossa percepção o "cupim" era tanto na dimensão organizacional e patrimonial que, ou priorizávamos a dedetização eclesiológica ou ficaríamos sem espaço (organizacional e físico) e gente para trabalhar a teologia.

Agora, parece-nos que os macros problemas de natureza política, organizacional, jurídica, patrimonial e operacional estão saneados e, assim, acreditamos poder, doravante, investir ainda mais tempo e recursos no que é central: a comunhão de cada membro com Deus e com o semelhante, visando o compromisso com uma vida saudável – santa na linguagem sacerdotal – para todos, em todas as dimensões.

sábado, 18 de junho de 2011

Salmos do Sertão

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Que futuro nos espera?

Dois textos publicados na Revista Carta Capital de 15 de junho chamaram de modo especial minha atenção. O primeiro intitulado “A justiça é cega, eis as provas”, escrita por Walter Fanganiello Maierovitch e o segundo, “Igreja Católica, fruto podre”, por A Paolo Manzo.

No primeiro texto, o autor começa descrevendo a postura do Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel, que decidiu não levar adiante a investigação das acusações feitas pela Folha de São Paulo contra o agora ex-ministro Palocci, o mesmo do caso da casa e do caseiro de Brasília, no governo Lula.

Pela ótica do autor, o Procurador teria adotado tal postura por estar em final de mandato, ter interesse na recondução e depender da Presidente Dilma (do mesmo partido de Palocci), por ser ela a responsável pela indicação.

Prossegue citando o caso do banqueiro Daniel Dantas, como ele seria beneficiário, sem direito, de foro privilegiado e como o juiz De Sanctis que o condenou só não foi transformado em bandido por sua nova condição de desembargador.

Termina destacando o caso Cesare Battisti e mostrando as contradições do Supremo Tribunal Federal no julgamento de alguém que foi condenado em seu país por assassinato, mas que poderá viver livremente pelas ruas do Brasil, em função de “descumprimento do estabelecido no Tratado e no acórdão concessivo de extradição”.

No segundo texto – “Igreja Católica, fruto podre” -, o articulista comenta o livro “Sex and the Vatican” (Sexo e Vaticano) ainda não publicado em português e faz uma entrevista com o autor do livro, Carmelo Abbate. Abbate, mentindo-se namorado de um amigo homossexual, penetra nos porões do cotidiano de padres católicos italianos, revela a imensa escuridão moral e destaca as incoerências do discurso da Igreja.

O texto termina com as seguintes palavras do entrevistado: “O vínculo do celibato não funciona. É um dado de fato. Falamos disso ou queremos fingir que o fenômeno não existe? Ou melhor, quem é realmente o verdadeiro católico, aquele que se preocupa com a sorte da igreja, aquele que enfrenta o problema ou aquele que finge não ver? Eu, que sou católico, casado na Igreja e com dois filhos, escrevi sobre isso. Pena que o Vaticano hoje me encare como um anticristo”.

Todas as instituições têm áreas nebulosas, afinal, elas são criadas e mantidas por pecadores. É equívoco, portanto, adotarmos posturas hipócritas, fingindo que aquela da qual participamos seria exceção ou silenciarmos convenientemente, como se isso fosse solução ou ainda adotarmos discursos conservadores ou liberais como mecanismo de defesa.
Melhor seria reconhecermos os prejuízos do nosso silêncio, a nocividade de ações sem sólido amparo ético; nos reposicionarmos em termos de compreensão e prática da espiritualidade e trabalharmos pela reformulação da ordem jurídica relacionada ao exercício individual e institucional.

Há muita gente qualificada espiritual e tecnicamente para elaborar e implementar o que nossas instituições necessitam. Faltam-nos coragem e disposição política voltadas para interesses públicos e orientadas por valores espirituais. Se, entretanto, algo não for feito, no mínimo em nosso raio de ação, problemas como os citados no Poder Judiciário e na Igreja Católica tendem a se banalizar, projetando um futuro nebuloso para nós e para a geração futura.

Lembremo-nos das palavras proféticas de Rui Barbosa: “De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Sexo não é água (2002?)

Vez por outra assisto, ao lado de dois filhos adolescentes, programas da MTV que abordam questões de sexo. Entendo que assistir e trocar idéias com eles são o melhor caminho para ajudá-los a desenvolverem o senso crítico e, consequentemente, escolherem melhor os caminhos da vida. E a cada programa percebo que, saindo do extremo da repressão para o extremo da liberação, continuamos a manifestar nossas doenças no trato das questões sexuais.

Admitimos que a forma como o assunto foi tratado ao longo da história não foi eficaz em seus propósitos. A quantidade de casais infelizes, de casamentos desfeitos e de indivíduos com neuroses oriundas da maneira como lidam com a sexualidade é incalculável e persistem a despeito dos nossos discursos romanticamente moralistas. Tal discurso não impede deslizes sexuais e seus efeitos nocivos na vida de terceiros e até da sociedade. A experiência do rei Davi, o homem segundo o coração de Deus, de Bill Clinton, ex-presidente do país mais rico do planeta e de milhares ilustres desconhecidos, comprova isso.

Nas igrejas, a repressão ao desejo tem sido o caminho mais indicado nas poucas vezes em que o assunto é tratado, sendo a demonização do sexo, sua expressão maior. Para alguns, o desejo sexual deve ser encarado como de origem pecaminosa, demoníaca até, e, por isso, deve ser exorcizado com penitências, jejum e oração. Em vez de encararem os sentimentos sexuais como inerentes à constituição bio-psíquica humana para, a partir daí, ajudar a canalizá-los construtivamente, bloqueia-se o canal do diálogo. O alerta para os perigos do sexo é tão extremista que, mesmo sabendo tratar-se de obra divina, o melhor é ficar bem longe dele. A julgar pelos discursos, em matéria de sexo nossas igrejas estão entrincheiradas, na defensiva.

Em posição oposta estão os que defendem a liberação. Como o moderno é ser (neo) liberal, há muita gente conservadora em casa, falando de sexo como água na mídia. Para estes, a necessidade sexual deve ser encarada da mesma forma como a necessidade de beber água. Se você está a fim, basta encontrar alguém que satisfaça suas necessidades e pronto. É só não esquecer a camisinha. Mas as coisas não são tão simples assim. Sexo não é água, nem corpos, copos descartáveis. Pessoas amam, pensam, sentem, reagem, interagem e se apegam; têm história; têm passado, presente e futuro; têm família, amigos e colegas; sonham em ser amadas, detestam ser usadas. Além disso, doenças sexualmente transmissíveis e gravidez indesejada causam transtornos e mudam o rumo da vida dos envolvidos e dos que os cercam.

Se a repressão e a liberação são igualmente prejudiciais a alternativa é abrir-se ao diálogo franco e conscientizador, começando na própria família. Abrir-se ao diálogo é procurar sentir e entender os dilemas do outro; é admitir, honestamente, que todos estamos sujeitos a enfrentar situações cuja dificuldade de lidar com a sexualidade é real; é não apresentar-se com um anjo que, por ser assexuado, não enfrenta dificuldades na área; é não ter medo de admitir as próprias fragilidades; é ser ajudador e não juiz ou legislador da vida alheia.

Já é tempo de rever posições, de parar de repetir chavões conservadores ou liberais e de jogar para a platéia, priorizando o IBOPE. Sexo não é somente uma questão moral, de costume. Tem também implicações emocionais, sociais e éticas que precisam ser consideradas. Sexo não é água!

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Mau presságio


É como se ela estivesse vindo
Bem devagarinho
A conta-gotas
Lenta e elegantemente

Pior de tudo, disfarçada
Dançando
Sorrindo
Cantando
Representando

Anunciada,
Mas silenciosa
Cheia de vida,
Mas escabrosa

Agiota,
Oferece-se pra ajudar
Revela-se pra aniquilar

O sentimento oscila
Rio
Choro
Canto
Gemo
Confio desconfiando

E ela continua vindo
Com braços abertos
Pra acariciar?
Para enforcar?
Pra nos levantar?
Para sepultar?

Olho espantado
Sentimento dividido
Coração palpitando
Fronte dilatando

Nem um passo pra frente
Nem um passo pra trás

Paralisado

Não há como fugir
Não há como evitar
Não há como fingir
Não há como escapar

Ela vai chegando
Ela vai se aproximando
Reajo gritando
Reajo chorando
Reajo questionando
Reajo lamentando
Mas ela vai nos derrubando
E nos abandonando

Segue esbelta,
Senhora de si
Senhora da vida
Senhora da morte
Senhora morte
copyright junho 2011

O Cecom em números

No dia 29 de dezembro de 1974, a Igreja Batista da Graça, reunida em assembléia presidida pelo Pr. Djalma Torres e secretariada por Maria Assis, criou o Centro Comunitário Batista da Graça, cujo nome foi alterado posteriormente para Centro Comunitário Batista Clériston Andrade, em homenagem ao conhecido líder da Igreja e ex-prefeito de Salvador, falecido em 1982.

Durante a maior parte desse tempo, o projeto recebeu financiamento de diversas fontes, dentre as quais se destacam a própria igreja e, desde março de 1988, a Visão Mundial.

Com a saída da Visão Mundial anunciada desde 1993 e concretizada em 2007, os recursos foram drasticamente cortados, vários projetos foram encerrados pela diretoria de então e profundas medidas de contenção passaram a ser adotadas pela nova diretoria para adequar a instituição aos novos tempos de “vacas magras”.

Projetos como o Cecom, entretanto, fazem parte do agir de Deus e, ainda que nem sempre isso seja devidamente enfatizado, as pessoas que neles atuam são apenas servos cooperadores. Mudam-se os servos, mas o Deus da obra continua agindo e não apenas providencia recursos, mas também convida novos servos para cooperarem em seu agir.

Enfatizo novos servos, pois concordo plenamente com meu amigo Geoffrey A. Hammond quando diz, em sua página no facebook: ‘The Son of Man came not to be served but to serve and give His life a ransom for many. Jesus wants servants not volunteers!”(o Filho do homem veio não para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muito. Jesus quer servos, não voluntários). Sim, ainda que o uso da palavra voluntário não seja errado, de fato, Jesus não quer voluntários – especialmente voluntariosos -; quer servos.

Graças, portanto à ação de Deus e a sensibilidade de pessoas que se dispõe a agir com ele, o Cecom continuou firme, mesmo em meio a turbulências. Evidência disso são os números que seguem referentes a 2010.

    1. EDUCAÇÃO
    1.1. Comunidade musical: 50 crianças de 7 a 10 anos, atendidas diariamente.

2.    SAÚDE 
    2.1. Unidade de Saúde (mais de 12000 atendimentos)
    - 270 coletas de material para exame citopatologico de colo uterino,
    - 272 gestantes atendidas,
    - 178 consultas com outros profissionais de nível superior não medico,
    - 4492 aferições de pressão arterial,
    - 79 testes de glicemia capilar,
    - 965 consultas medicas,
    - 620 atendimentos fisioterápicos em pacientes com alterações motoras,
    - 404 atendimentos fisioterápicos em pacientes com distúrbios neurológicos,
    - 18 coletas de teste do pezinho,
    - 1280 aplicações tópicas de flúor.
    2.2. Feria de Saúde realizada em 15/08/2010
    - 844 pessoas atendidas nos serviços de: corte de cabelo, ginástica laboral, escovação 
     dentária, administração de vacinas, educação em saúde, dentre outros.
    2.3. Psicologia
    - 203 pessoas atendidas
    2.4. Quiropraxia
    - 4000 atendimentos aproximadamente, realizados por 22 voluntários norte-americanos,  
     auxiliados por 4 intérpretes (Juliana Argolo, Ismael Costa, Lidiane Barros e Marcos           
     Palmeira)

3.    CIDADANIA
      3.1. Serviço Social
       - 657 atendimentos individuais e em grupos
       - 3 visitas a famílias, objetivando melhor conhecimento de sua realidade.
    3.2. PAPS - Programa de Acompanhamento Psicossocial
     - 214 beneficiários de atendimento individual aos usuários do CECOM consignando
           medidas tanto preventivas quanto curativas realizadas pelo Núcleo de Assistência
           Social e Núcleo de Psicologia
    3.3. Balcão de Justiça e cidadania
     - 275 beneficiários
    3.4. Central de Apoio e Acompanhamento às Penas e Medidas Alternativas - CEAPA
    - 1 apenado foi acolhido para prestação de serviços voluntários, recebendo 6 cestas
         básicas.
    3.5. Grupo Reviver:
    - 45 idosas participando semanalmente no grupo Reviver, sendo que 33 se matricularam
          na biodança, além das envolvidas no club de mães e em pintura em tecido

Além desses números, foram adquiridas 61 cadeiras universitárias no valor de R$ 13.081,60 recebidos do programa Sua Nota é um Show e foi iniciado um investimento de alto impacto sócio-comunitário com o início da construção da quadra poliesportiva, salão de lazer, parque infantil, biblioteca e áreas de convivência.

Salientamos, finalmente, que cada número acima descrito representa uma pessoa, uma família, uma comunidade, que está sendo abençoada pelo ministério da Igreja Batista da Graça, através do Cecom, em parceria com pessoas e instituições.

Não fique de fora deste agir de Deus. Coopere como servo, orando, contribuindo financeiramente ou apresentando-se para trabalhar como voluntário em uma das áreas de atuação do Cecom.