segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Namorar para Salvar


O que segue foi publicado na Revista Cristianismo Hoje, de dezembro de 2008 e janeiro de 2009.


"O bizarro ministério Namorar para Salvar propõe o envolvimento sexual de mulheres cristãs com "homens ímpios" para salvar suas almas do inferno.

"Sou sensual e quero usar minha beleza para salvar homens do inferno."

O bizarro anúncio faz parte da estratégia do ministério Namorar para Salvar e é como Tamara, uma morena de 29 anos, se apresenta para divulgar uma maneira bem heterodoxa de cumprir a grande comissão de Cristo.

Dizendo-se "uma mulher cristã que ama Jesus e se importa com todos os seres humanos, mesmo os ímpios", ela conclama outras mulheres para sua cruzada em favor da "salvação" de almas pelo sexo.

Tamara criou uma página na WEB para atrair o que chama de "missionários namoradores", cuja missão seria se envolver sexualmente com outras pessoas e ganhar suas vidas para Deus. A base bíblica da coisa, se é que se pode chamar assim, é uma leitura torta do texto de Romanos 12.1: "Rogo-vos pois, irmãos, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo".

"Devemos usar nossos lindos corpos para glorificar o nome do Senhor através do namoro, e o Espírito Santo fará o resto, uma vez que ele é a parte mais forte em nós. Essa é a melhor maneira de começar o trabalho", continua Tamara, que segundo o site vive em Oakland, na Califórnia (EUA). Ela aparece na pagina em uma foto bem sugestiva. "Jesus está savando muita gente através do contato íntimo com suas servas", diz a inacreditável "missionária".

O ministério oferece camisetas e outros materiais de apoio para quem deseja iniciar o trabalho.

A iniciativa faz lembrar a seita Meninos de Deus que alcançou grande projeção na década de 1960 e 70. Em plena contracultura, o grupo tinha práticas e rituais que incluiam o amor livre como forma de atrair outros jovens para o movimento."

Dê uma olhada você mesmo:

Veja a página: http://datetosave.com/
Veja os conselhos: http://datetosave.com/christian_dating_tips.shtml
Questões sobre o ministério:http://datetosave.com/dating_questions.shtml

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Lealdade é simples assim

“Se você amar alguém, será leal para com ele, custe o que custar”.
(Paulo, em I Cor. 13.7 – Bíblia Viva)

Lealdade é simples assim: se eu concordo contigo, digo que concordo. Se discordar de ti, digo que discordo. Se disser sim, faço sim; se não, não. Não há lugar para duplas palavras, para dizer sim na presença e não na ausência, ou vice-versa.

Lealdade é simples assim: se abro minha vida pra ti é porque acredito que, por me quereres bem, queres o meu bem. Se algum indício de desconfiança surgir, a lealdade adoece, o coração trava, o peito doe, o semblante cai, a testa franze, a boca se fecha, os braços se cruzam, os olhares se desviam, os caminhos se distanciam, a comunicação desfalece.

Lealdade é simples assim: fiz um acordo contigo, cumpro o acordado. Se não me sinto capaz de cumpri-lo, desfaço o acordo e depois ajo diferente. Se agir diferente do acordado, sem primeiramente ter desfeito o acordo, não apenas um trato se desfaz, mas também o próprio relacionamento fica comprometido.

Lealdade é simples assim: se percebo que o caminho que segues te trará complicação, farei um alerta amoroso, ainda que respeite tua liberdade de escolher, de caminhar. Se silenciar diante de uma escolha que percebo ser equivocada, demonstro covardia e falta de lealdade.

Lealdade é simples assim: disse que iria, fui; disse que estaria ao teu lado, ao teu lado estarei. Se te deixo só, quando contavas comigo, a confiabilidade enfraquece. Se não posso ir, aviso que não vou. Se não posso acompanhar-te, não te deixo sem aviso, muito menos isolado.

Lealdade é simples assim: se sei que não podes comprometer-te comigo, não exijo teu comprometimento. Exigir comprometimento além das forças não é lealdade, mas opressão. Quem é leal não oprime, liberta.

Lealdade é simples assim: se decido ser leal, serei leal, custe o que custar. Se não, resta-me a estrada da solidão.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Um Natal Inesquecível

Não falarei do tema da linda cantata apresentada pelo Coro de Natal, nem dos musicais que nos alegraram a cada domingo em nossa sede. Também não escreverei sobre o Natal de nossa infância, aquele do sentimento profundo de prazer que experimentamos ao receber um presente surpreendente. Tratarei do natal – nascimento – de Jesus.

O nascimento de Jesus foi pouco atraente. Não havia brilhantes e coloridas luzes piscando. Sons variados de músicas orquestradas, bem ensaiadas, nem pensar. O que havia era certa dose de ansiedade, especialmente no coração de Maria, pela falta de “hotéis” na cidade e pelo desconforto da hospedagem alternativa: uma estrebaria.

Presentes chegaram depois do sufoco. Coro angelical, somente em meio a uma noite escura, lá num distante pasto. O que tornaria aquele natal inesquecível estava guardado no coração de José e Maria. Eles sabiam que eram portadores de sonhos e esperanças oriundos do coração divino que se concretizariam na (e através da) vida daquele bebê.

Sonhos e esperanças são assim. Geralmente são guardados por “gente simples com cheiro de capim”, em ambientes distantes de palácios, em cidades como a desconhecida, desvalorizada e desconsiderada Nazaré. Se algum sonho ou esperança se atreve a querer se alojar no coração de quem habita em ambientes palacianos, geralmente acabam sendo sufocados pelos prazeres do poder, pela superficialidade das prioridades e relacionamentos ou pelo orgulho de seus habitantes.

O que fez o natal de Jesus ser inesquecível foi que ele trouxe consigo a oferta e o caminho de tudo aquilo de que mais necessitamos: experimentar paz interior e viver em paz com Deus e os semelhantes. A prova disso é a vida de milhares de pessoas, ao longo desses milênios que, comprometidas com uma vida cheia da graça divina, promovem os valores do reino de Deus através de atitudes, palavras e ações. Esse é o natal inesquecível de Jesus.

sábado, 20 de dezembro de 2008

Rick Warren no "olho do furacão"

Uma notícia em destaque na mídia, norte-americana, especialmente a evangélica, é o convite feito por Barack Obama ao pastor batista Rick Warren, para fazer a, digamos, "oração de posse", no dia 20 de janeiro.

A reação vem dos extremos.

Joe Solmonese, President of the "Human Rights Campaign" diz que Obama está traindo o empenho deles durante a corrida à presidência ao convidar alguém que não apoia a causa homossexual.

Do outro lado, R. Albert Mohler Jr., president of the "Southern Baptist Theological Seminary" declarou ao "The Wall Street Journal" que não oraria na posse de um presidente que apoia o direito ao aborto.

Rick Warren, por sua vez, manifesta-se admirado por ter sido convidado e, partindo do princípio que a Bíblia diz que devemos orar pelas autoridades, esclarece porque aceitou o convite para fazer o que outro batista - Billy Graham - fez tantas vezes.

A percepção que tenho do lado de cá, vendo, inclusive, as escolhas do secretariado, (diga-se de passagem criticada pela Revista Veja que está com o rabo entre as pernas diante da crise do neo-liberalismo) e agora este convite, é que Obama está sendo coerente naquilo que para mim parece ter sido muito importante em seu discurso: unir o povo americano.

Ao escolher pessoas de correntes diversas, parece-me que ele está dizendo que não veio para manter a divisão do país entre fundamentalistas e liberais ou, conservadores e moderados, como alguns preferem, mas veio para promover a união em torno de ideais mais elevados.

Se é assim, eis aí um ponto que merece nosso apoio e atenção.

Conheço diversos defensores da pluralidade, desde que por pluralidade não se entenda a aproximação dos diferentes, mas cada um no seu cantinho atacando o cantinho do outro.

Se queremos uma sociedade plural - e como batistas nossa história assim foi predominantemente escrita - o caminho é aproximar os diferentes e não nos afastarmos deles.

Rick Warren, o autor do best-seller "uma vida com propósito" está no olho do furacão. É um lugar calmo, mas sabe-se que, não demora muito, o vendaval chega ferozmente! Ele tem suas posições conservadoras em relação a temas polêmicos como por exemplo homossexualismo ou aborto, mas, parece-me preferir a cultura da paz.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Um bebe na UTI (e não na estrebaria)

Durante os próximos dias você ouvirá intensamente sobre um bebe na estrebaria. Vai ouvir repetidas vezes que José e Maria não tinham onde se hospedar e, por isso, Jesus nasceu em lugar inadequado.

A história é linda e mudou o rumo da humanidade. Mas pode tornar-se apenas romântica se não surtir efeito, se não fizer sentido para nós hoje.

Se você se sensibiliza com a história de um bebe na estrebaria, certamente será capaz de sensibilizar-se com um bebe na UTI. Veja a história dele neste blog: http://www.vidacomvictor.blogspot.com/

O pai dele - Bosco - é um bom amigo desde os tempos de Pernambuco. Uma das músicas que muito me emocionava, quando ouvia sendo cantada pelo Coro Emanuel, foi composta por ele.

Ex-aluno do Seminário Norte e ex-professor do Colégio Americano Batista, ele e Valéria vivem um drama. Precisaram deixar Pernambuco e ir pra São Paulo para que o seu bebe pudesse ser tratado.

Sendo de origem batista, em São Paulo estão sendo ajudados por uma Igreja Presbiteriana que não os conhecia, nem tinha referências a respeito deles, mas sensiibilizou-se com o drama de seu bebe e os está ajudando enquanto aguardam pacientemente o desfecho da história.

São pessoas de confiança. Por isso, peço que de uma olhada na história que estão vivendo e certamente Deus tocará em seu coração.

Tenho certeza de que Deus se alegrará muito se transferirmos, neste Natal, o amor que dizemos ter por Jesus para o bebe Victor, conforme palavras do próprio Jesus:

"Então os justos lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber?

E quando te vimos estrangeiro, e te hospedamos? ou nu, e te vestimos?

E quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos ver-te?

E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes
" (Mt. 25.37-40)

Se puder ajudar de alguma forma, não hesite. Use a conta abaixo e isso será muito importante.

Banco do Brasil
Ag. : 0697-1
C/C : 16.188-8

João Bosco P. Barreto
bosco@sinpro-pe.org.br
bonu.homine@hotmail.com

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Bíblia: use, mas não abuse!


O texto abaixo circula pela rede.
Sua autoria é atribuida ao Padre Zezinho.
Se é, não sei, mas que merece reflexão, merece!


"Sua Bíblia é um belo e fortíssimo livro. Já transformou a vida de muita gente. Já fez muita gente santa. Já mostrou a milhões Deus e já levou a Deus milhões de fiéis.


Como você provavelmente não sabe aramaico, hebraico, grego ou latim, depende de tradutores.


Se não estudou exegese, depende dos pregadores.


Se o seu pregador for pessoa inteligente, mas fechado e sectário, você vai ler a Bíblia guiada pela cabeça dele. Se ele for pessoa serena, coração e mentes abertos, pessoa de diálogo, culto, sua Bíblia será um livro santo útil para dialogar de irmão para irmão.


Há quem use a Bíblia com respeito, com diálogo, com humildade, como quem aprende e ouve os outros. Há quem a use como se fosse um porrete. Tudo é a seu favor e o que ele puder usar para diminuir ou agredir outras religiões, ele decora e aproveita. Usa-a com maldade no coração, pensando em encher as suas Igrejas.


Você, escolha!

Vai usar as passagens que lhe interessa usar, a favor da sua Igreja e contra a dos outros, ou vai saber pensar e interpretar diferente sem se achar melhor, mais santo e mais eleito que os outros?

Ficou mais humilde ao ler a sua bíblia, ou agora, se acha o certo, o santo, a santa convertida, o máximo dos máximos?


É um excelente livro, mas nem sempre é bem lido e bem usado. Nas mãos de alguns pregadores obcecados e instáveis, parece um porrete.


Que não seja o seu caso!"


Concorda com o Padre?

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Livros disponíveis na net

Pra ler, basta acessar e clicar em baixar!

1. A Divina Comédia -Dante Alighieri
2. A Comédia dos Erros -William Shakespeare
3. Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
4. Dom Casmurro -Machado de Assis
5. Cancioneiro -Fernando Pessoa
6. Romeu e Julieta -William Shakespeare
7. A Cartomante -Machado de Assis
8. Mensagem -Fernando Pessoa
9. A Carteira -Machado de Assis
10. A Megera Domada -William Shakespeare
11. A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare
12. Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare
13. O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa
14. Dom Casmurro -Machado de Assis
15. Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
16. Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
17. Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare
18. A Carta -Pero Vaz de Caminha
19. A Igreja do Diabo -Machado de Assis
20. Macbeth -William Shakespeare
21. Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago
22. A Tempestade -William Shakespeare
23. O pastor amoroso -Fernando Pessoa
24. A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós
25. Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
26. A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha
27. O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa
28. O Mercador de Veneza -William Shakespeare
29. A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde
30. Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare
31. Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
32. A Mão e a Luva -Machado de Assis
33. Arte Poética -Aristóteles
34. Conto de Inverno -William Shakespeare
35. Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare
36. Antônio e Cleópatra -William Shakespeare
37. Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
38. A Metamorfose -Franz Kafka
39. A Cartomante -Machado de Assis
40. Rei Lear -William Shakespeare
41. A Causa Secreta -Machado de Assis
42. Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa
43. Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare
44. Júlio César -William Shakespeare
45. Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
46. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
47. Cancioneiro -Fernando Pessoa
48. Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional
49. A Ela -Machado de Assis
50. O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa
51. Dom Casmurro -Machado de Assis
52. A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
53. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
54. Adão e Eva -Machado de Assis
55. A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
56. A Chinela Turca -Machado de Assis
57. As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare
58. Poemas Selecionados -Florbela Espanca
59. As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo
60. Iracema -José de Alencar
61. A Mão e a Luva -Machado de Assis
62. Ricardo III -William Shakespeare
63. O Alienista -Machado de Assis
64. Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa
65. A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne
66. A Carteira -Machado de Assis
67. Primeiro Fausto -Fernando Pessoa
68. Senhora -José de Alencar
69. A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
70. Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
71. A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca
72. Sonetos -Luís Vaz de Camões
73. Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos
74. Fausto -Johann Wolfgang von Goethe
75. Iracema -José de Alencar
76. Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
77. Os Maias -José Maria Eça de Queirós
78. O Guarani -José de Alencar
79. A Mulher de Preto -Machado de Assis
80. A Desobediência Civil -Henry David Thoreau
81. A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
82. A Pianista -Machado de Assis
83. Poemas em Inglês -Fernando Pessoa
84. A Igreja do Diabo -Machado de Assis
85. A Herança -Machado de Assis
86. A chave -Machado de Assis
87. Eu -Augusto dos Anjos
88. As Primaveras -Casimiro de Abreu
89. A Desejada das Gentes -Machado de Assis
90. Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
91. Quincas Borba -Machado de Assis
92. A Segunda Vida -Machado de Assis
93. Os Sertões -Euclides da Cunha
94. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
95. O Alienista -Machado de Assis
96. Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra
97. Medida Por Medida -William Shakespeare
98. Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare
99. A Alma do Lázaro -José de Alencar
100. A Vida Eterna -Machado de Assis
101. A Causa Secreta -Machado de Assis
102. 14 de Julho na Roça -Raul Pompéia
103. Divina Comedia -Dante Alighieri
104. O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
105. Coriolano -William Shakespeare
106. Astúcias de Marido -Machado de Assis
107. Senhora -José de Alencar
108. Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
109. Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
110. Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
111. A 'Não-me-toques'! -Artur Azevedo
112. Os Maias -José Maria Eça de Queirós
113. Obras Seletas -Rui Barbosa
114. A Mão e a Luva -Machado de Assis
115. Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
116. Aurora sem Dia -Machado de Assis
117. Édipo-Rei -Sófocles
118. O Abolicionismo -Joaquim Nabuco
119. Pai Contra Mãe -Machado de Assis
120. O Cortiço -Aluísio de Azevedo
121. Tito Andrônico -William Shakespeare
122. Adão e Eva -Machado de Assis
123. Os Sertões -Euclides da Cunha
124. Esaú e Jacó -Machado de Assis
125. Don Quixote -Miguel de Cervantes
126. Camões -Joaquim Nabuco
127. Antes que Cases -Machado de Assis
128. A melhor das noivas -Machado de Assis
129. Livro de Mágoas -Florbela Espanca
130. O Cortiço -Aluísio de Azevedo
131. A Relíquia -José Maria Eça de Queirós
132. Helena -Machado de Assis
133. Contos -José Maria Eça de Queirós
134. A Sereníssima República -Machado de Assis
135. Iliada -Homero
136. Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
137. A Brasileira de Prazins -Camilo Castelo Branco
138. Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
139. Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage
140. Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. -Fernando Pessoa 141. Anedota Pecuniária -Machado de Assis
142. A Carne -Júlio Ribeiro
143. O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
144. Don Quijote -Miguel de Cervantes
145. A Volta ao Mundo em Oitenta Dias -Júlio Verne
146. A Semana -Machado de Assis
147. A viúva Sobral -Machado de Assis
148. A Princesa de Babilônia -Voltaire
149. O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
150. Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional
151. Papéis Avulsos -Machado de Assis
152. Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos
153. Cartas D'Amor -José Maria Eça de Queirós
154. O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
155. Anedota do Cabriolet -Machado de Assis
156. Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias
157. A Desejada das Gentes -Machado de Assis
158. A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
159. Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra
160. Almas Agradecidas -Machado de Assis
161. Cartas D'Amor - O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós
162. Contos Fluminenses -Machado de Assis
163. Odisséia -Homero
164. Quincas Borba -Machado de Assis
165. A Mulher de Preto -Machado de Assis
166. Balas de Estalo -Machado de Assis
167. A Senhora do Galvão -Machado de Assis
168. O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
169. A Inglezinha Barcelos -Machado de Assis
170. Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu
171. CHARNECA EM FLOR -Florbela Espanca
172. Cinco Minutos -José de Alencar
173. Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
174. Lucíola -José de Alencar
175. A Parasita Azul -Machado de Assis
176. A Viuvinha -José de Alencar
177. Utopia -Thomas Morus
178. Missa do Galo -Machado de Assis
179. Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
180. História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira -Sílvio Romero
181. Hamlet -William Shakespeare
182. A Ama-Seca -Artur Azevedo
183. O Espelho -Machado de Assis
184. Helena -Machado de Assis
185. As Academias de Sião -Machado de Assis
186. A Carne -Júlio Ribeiro
187. A Ilustre Casa de Ramires -José Maria Eça de Queirós
188. Como e Por Que Sou Romancista -José de Alencar
189. Antes da Missa -Machado de Assis
190. A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
191. A Carta -Pero Vaz de Caminha
192. LIVRO DE SÓROR SAUDADE -Florbela Espanca
193. A mulher Pálida -Machado de Assis
194. Americanas -Machado de Assis
195. Cândido -Voltaire
196. Viagens de Gulliver -Jonathan Swift
197. El Arte de la Guerra -Sun Tzu
198. Conto de Escola -Machado de Assis
199. Redondilhas -Luís Vaz de Camões
200. Iluminuras -Arthur Rimbaud
201. Schopenhauer -Thomas Mann
202. Carolina -Casimiro de Abreu
203. A esfinge sem segredo -Oscar Wilde
204. Carta de Pero Vaz de Caminha. -Pero Vaz de Caminha
205. Memorial de Aires -Machado de Assis
206. Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
207. A última receita -Machado de Assis
208. 7 Canções -Salomão Rovedo
209. Antologia -Antero de Quental
210. O Alienista -Machado de Assis
211. Outras Poesias -Augusto dos Anjos
212. Alma Inquieta -Olavo Bilac
213. A Dança dos Ossos -Bernardo Guimarães
214. A Semana -Machado de Assis
215. Diário Íntimo -Afonso Henriques de Lima Barreto
216. A Casadinha de Fresco -Artur Azevedo
217. Esaú e Jacó -Machado de Assis
218. Canções e Elegias -Luís Vaz de Camões
219. História da Literatura Brasileira -José Veríssimo Dias de Matos
220. A mágoa do Infeliz Cosme -Machado de Assis
221. Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos
222. Contos de Lima Barreto -Afonso Henriques de Lima Barreto
223. Farsa de Inês Pereira -Gil Vicente
224. A Condessa Vésper -Aluísio de Azevedo
225. Confissões de uma Viúva -Machado de Assis
226. As Bodas de Luís Duarte -Machado de Assis
227. O LIVRO D'ELE -Florbela Espanca
228. O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
229. A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
230. Lira dos Vinte Anos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
231. A Orgia dos Duendes -Bernardo Guimarães
232. Kamasutra -Mallanâga Vâtsyâyana
233. Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
234. A Bela Madame Vargas -João do Rio
235. Uma Estação no Inferno -Arthur Rimbaud
236. Cinco Mulheres -Machado de Assis
237. A Confissão de Lúcio -Mário de Sá-Carneiro
238. O Cortiço -Aluísio Azevedo
239. RELIQUIAE -Florbela Espanca
240. Minha formação -Joaquim Nabuco
241. A Conselho do Marido -Artur Azevedo
242. Auto da Alma -Gil Vicente
243. 345 -Artur Azevedo
244. O Dicionário -Machado de Assis
245. Contos Gauchescos -João Simões Lopes Neto
246. A idéia do Ezequiel Maia -Machado de Assis
247. AMOR COM AMOR SE PAGA -França Júnior
248. Cinco minutos -José de Alencar
249. Lucíola -José de Alencar
250. Aos Vinte Anos -Aluísio de Azevedo

domingo, 14 de dezembro de 2008

Final infeliz para Bush

"Um jornalista iraquiano jogou os sapatos contra o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, sem conseguir atingi-lo, e o insultou no momento em que ele apertava a mão do primeiro-ministro do Iraque, durante uma visita surpresa neste domingo a Bagdá."
"...sentado na terceira fila se levantou e gritou: "É o beijo de despedida, seu cachorro!"
http://noticias.uol.com.br/ultnot/afp/2008/12/14/ult34u215465.jhtm

Bush inventou de fazer gracinha, dizendo que sua visita era pra dar o beijo de despedida. A reação do jornalista iraquiano não podia ser mais forte. Atirar sapatos por lá, é o mesmo que cuspir na pessoa por aqui!

Nas campanha de reeleição de Bush, em 2004, uma família deixou de tirar carta para a igreja na qual eu servia como pastor na Flórida, ao saber que, conquanto eu não fosse eleitor, meu apoio era para o candidato democrata.

Honestamente gostaria de estar errado, mas, infelizmente, estava certo. E o mundo agora sofre as funestas consequências de uma escolha equivocada, baseada no fato dele dizer-se contra o aborto e casamento homossexual, num discurso afinado com parcela significativa de religiosos norte-americanos.

Não estou aqui fazendo apologia a favor ou contra a esses elementos ligados à etica, mas qualquer pessoa minimamente bem esclarecida sabe que isso não é a essencia do trabalho de um presidente.

Bem, não sou a favor da violência, mas pela violência que ele causou ao mundo e pelas milhares de pessoas - crianças, mulheres, idosos, civis, enfim - que foram mortas durante o seu governo, bem que merecia umas "sapatadas", no bumbum.


sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Abaixo e acima da Linha do Equador

Leia e tire suas próprias conclusões:
STF relaxa prisão de 18 investigados por máfia dos jogos; alguns já tinham habeas corpus
STJ solta presidente do TJ-ES e mais 6 investigados por venda de sentença

Justiça torna indisponíveis bens de Garotinho, Rosinha e de mais 26
Até quando?

Enquanto isso. no lado de cima da Linha do Equador

Ex-diretor da Nasdaq é preso acusado de fraude financeira
http://economia.uol.com.br/ultnot/valor/2008/12/12/ult1913u99089.jhtm
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SÃO PAULO - O ex-diretor da Nasdaq e dono de uma consultora de investimentos e uma corretora, Bernard Madoff foi preso ontem, acusado de liderar um esquema milionário de fraudes financeiras.O executivo confessou aos agentes do FBI ter fraudado negócios que chegaram a custar US$ 50 bilhões aos clientes de sua empresa. "Não há explicações inocentes. Eu paguei investidores com dinheiro que não existia e esperava ir para a cadeia", disse o empresário quando estava sendo preso.

O esquema de Madoff era chamado de "Ponzi" e consistia em uma falcatrua de pirâmide financeira, que envolvia grandes rentabilidades para os investidores iniciantes, pagas com o dinheiro dos investidores mais antigos. O ex-diretor da Nasdaq afirmou ontem que sua consultoria era uma "grande mentira".

Em novembro, a consultoria de Madoff tinha cerca de US$ 17,1 bilhões em ativos sob sua administração. Pelo menos metade dos clientes eram hedge funds. A companhia também administrava recursos de pessoas físicas de alta renda e de bancos.

Madoff, 70, operava os negócios de consultoria separadamente da sua corretora, Bernard L. Madoff Investment Securities, segundo o Departamento de Justiça norte-americano. A corretora negociava cerca de 50 milhões de ações por dia e tinha clientes como a General Electric e o Citigroup.

Madoff deve pegar no máximo 20 anos de cadeia e pagar uma multa de US$ 5 milhões.
Bandido de colarinho branco exite em todos os lugares. A diferença está nas leis, no judiciário e na certeza de que haverá punição!

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

O presidente mascarado da Convenção Batista Brasileira


Como ele mesmo diz brincando, é o único presidente mascarado da CBB. A careca que aparece "discretamente" abaixo leva jeito de ser do Pr. Jésus, diretor do Colégio Americano Batista de Vitória, ES.
A gente brinca, mas esta descida do avião não é uma descida qualquer. É a volta do Pr. Oliveira Araujo pra casa, depois de meses de uma luta intensa que culminou com transplante de pulmões.
Que Deus possa contiuar abençoando sua vida!

sábado, 6 de dezembro de 2008

Na caminhada da vida

Desço a ladeira da Floriano ainda meio sonolento, enfrento a escadaria, subo à esquerda pelo viaduto da Gabriela. Olho do lado, vejo prédios e um barranco gramado. Olho embaixo e lá está uma família – pai, mãe e filho - sob o viaduto, enrolada em cobertas sujas. Penso na chuva, nas conseqüências e prossigo. Delicio-me com o verde, com a vista do Vale do Canela, com os pássaros e carros.
Subo em direção ao bairro da Graça. Prédios de um lado, prédios do outro e lá num canto, meio escondida, a fonte Nossa Senhora da Graça. Caminho mais alguns metros e estou sob a ponte da pracinha que fica em frente à Igreja Católica. Um amontoado de sacos, colchões, cobertor e em meio a isso, um homem negro, meio calvo, todo despenteado, dorme como se o mundo não existisse.
O sistema de irrigação automático está ligado jogando água de cima na calçada que fica em baixo. Passo correndo e cruzo a parada de ônibus. Vejo mais água molhando a calçada. Aproximo-me, examino o esguicho e corrijo a direção da água. Faço o mesmo com o segundo e atravesso a rua.

A paisagem é agradável. O verde e o vento das árvores impressionam. A temperatura está ótima. A cidade está sonolenta ou sou eu? Desço em direção ao Hospital Português, vejo o flanelinha orientando a madame, e seus colegas, jovens, fortes e desempregados sentados na grama esperando novos clientes.


A ladeira torna-se mais íngreme, mas estou descendo. Vejo o Shopping Barra e uma calçada com diversos lances de escada. Na curva uma menina, adolescente, jovem, senhora, quem sabe? Ela tem um bebe no colo. Ao lado dela uma menina com jeito de 10 anos com outro. Do outro lado um garoto pré-adolescente. Todos sentados.

Passo por perto. Ouço o pedido de moeda pra comprar o pão. Não tenho nenhuma. Confesso que pensei: o que tenho te dou. Levanta-te e anda. Não tive coragem de copiar Pedro. O que faria depois? Prossegui. A curva acabou e me deparei com outro símbolo eleitoral: a Avenida Centenário. Gente esportivamente vestida fazendo caminhada. Carros pra lá e pra cá.

Entro na farmácia. Peço um remédio. A moça está me atendendo, chega alguém e, sem pedir licença dirige-se a ela. Ela pára de me atender e, sem pedir licença, dá atenção ao mal educado. Vou para o caixa, pago a conta e saio.

A senhora chama o táxi. O motorista encosta o carro e fica na dele. Ela tenta abrir a porta. Está trancada. O motorista nem percebe. Seu colega da um grito. Ele olha, abre a porta, ela entra.

Atravesso a rua. Vejo pistas de bicicletas, pedestres, calçadas, bancos, gramados, flores, árvores. Tudo muito bonito, inaugurado às vésperas das eleições municipais. Inicio a caminhada observando o movimento. Gente que sobe, gente que desce. Roupas esportivas coloridas, um mundo ideal.

Passo por um, por dois, por dez e vou me perdendo em meio a tanta gente que aproveita a manhã pra caminhar. De repente ela me olha insistentemente. Uma jovem senhorita, senhorinha, senhora, enfim, uma mulher. Sou homem. Não estou sozinho. A memória me acompanha e acorda a consciência. Sou homem, mas casado, mas pastor e, “pior”, mas me acho cristão. Desvio o olhar. Finjo que não vi. Abaixo a cabeça. Aperto o passo. Mudo de assunto.


A grama está verde e encoberta por folhas. Outro mendigo ou mendiga dorme em meio a sacos. Passo rapidamente. Chego numa curva, num parque. Rapazes sem camisa, uma gaiola, um passarinho um pit bull.



Saio da pista, subo outra ladeira íngreme. Calçadas esburacadas. Parada de ônibus lotada. Camelôs espalhados.

Meu pensamento voa. Lembro-me do irmão reclamando pra mim, por nunca mais ter ouvido sermões sobre o céu ou a volta de Jesus. O porteiro abre o portão. Subo pelo elevador. Sento diante do computador.
Maranata!

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Aumento nos divórcios


Circula a notícia de que o divórcio aumentou muito, ao completar 30 anos desde a sua legalização. No Brasil, 1,49 casais por mil se divorcia, o que representa um crescimento de 200% em relação a 1984, quando começou a ser pesquisado pelo IBGE.

São Paulo, Minas e Rio, por ordem, são os estados que apresentam maior número de divorciados. No nordeste, Bahia, Pernambuco e Ceará são os vencedores.

A aceitação do divórcio pela sociedade e a facilidade de acesso ao judiciário para formalizar separações são as causas apontadas pelo jornal A Tarde (5.12.2008), de Salvador. Aqui está o xis da questão. Parece-me que tais causas são superficiais. Há motivos mais profundos.

Gostaria de dizer algumas coisas sobre o assunto:

1. Conheço questões da antropologia, psicologia ou sociologia, por exemplo, referentes ao desenvolvimento histórico do casamento, bem como a posição paulina seguida pela igreja, mas penso que a luta pela manutenção do casamento, em termos institucionais, é importante para a vida humana;

2. Importante também é que, na Bíblia, há razões diferentes para o divórcio em Moisés, Jesus e Paulo e as palavras que sabemos de cada um deles sobre o assunto abre leques imensos de interpretação permitindo praticamente divórcio por uma infinidade de razões;

3. Também precisamos considerar as profundas mudanças experimentadas pela humanidade em nossos dias que influenciam na quantidade crescente de divórcios;

4. Preocupa-me também discursos vazios de segmentos evangélicos contrários ao divórcio, usando tom emocional, sem manifestação de compaixão, sem análise profunda das causas e sem oferecimento de alternativas para ajudar os casais de maneira efetiva a se prepararem para o casamento e a enfrentarem suas divergências.

Diante de nós, portanto, temos mais este desafio a ser enfrentado. Mas, até que a quantidade de divórcios afete algum aspecto da economia, pouco ou nada, certamente, será feito.

sábado, 29 de novembro de 2008

Não há discriminação contra a mulher no Brasil

O discurso é uma coisa, os dados, outra.

Segundo a Revista Veja de 26.11.2008:

"As empresas estão substituindo empregados homens com nível superior por mulheres. Motivo: elas ganham menos.

Em 2007, a contratação de mulheres com nível superior completo ou incompleto superou a de homens em 130%

A razão é que o salário das mulheres com esse nível é menor que o dos homens em 43,5%

Em média, o salário de um homem com diploma universitário é de R$ 4.370,00

O salário de uma mulher com diploma universitário é de apenas R$ 2.470,00".

Bem, no Brasil também não há discriminação racial !!!

Orçamento da Cidade do Salvador em 2009

As prioridades da cidade do Salvador, na ótica do prefeito João Henrique, já aprovadas pela Câmara de Vereadores, para 2009.

Saude = 26,34% = R$ 764.697, milhões
Urbanismo = 21,14% = R$ 613.633,00 milhões
Educação = 14,30% = R$ 415.124,00 milhões
Previdência Social = 8,78% = R$ 254.912,00 milhões
Encargos Sociais = 8,36% = R$ 242.833,00 milhões
Administração = 7,83% = R$ 227.289,00 milhões
Transporte = 3,90% = R$ 113.142,00 milhões
Legislativa = 3,11% = R$ 90.317,00 milhões
Assistência Social = 1,48% = R$ 40.021,00 milhões
Comércio e Serviços = 1,16% = R$ 33.726,00 milhões
Judiciária = 0,70% = R$ 20.299,00 milhões
Segurança Pública = 0,54% = R$ 15.552,00 milhões
Cultura = 0,41% = R$ 11.778,00 milhões
Indústria = 0,40% = R$ 11.738,00 milhões
Habitação = 0,35% = R$ 10.106,00 milhões
Comunicações = 0,31% = R$ 8.840,00 milhões
Direitos da Cidadania = 0,25% = R$ 7.373,00 milhões
Reserva de Contingência = 0,24% = R$ 7.000,00 milhões
Trabalho = 0,22% = R$ 6.338,00 milhões
Desporto e Lazer = 0,13% = R$ 3.846,00 milhões
Gestão Ambiental = 0,05% = R$ 1.489,00 milhões

Total = 2,9 bilhões

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Alternância no poder


“É tarefa de cada geração preparar seus substitutos, os líderes que tornarão possível o progredir da humanidade”
Merval Rosa

Jesus foi claro ao ensinar que o exercício do poder pelos discípulos deveria ser diferente do adotado pelos políticos da sociedade. Reis dominam, discípulos servem. (Lc. 22.25-26). Naquela época, o sistema era monárquico, autoritário e contínuo. Hoje estamos em estágio avançado de democracia, com possibilidade de alternância no poder. Isso nos permite escolher os que servem melhor.

O exercício do poder tem um apelo muito mais profundo do que a pratica do serviço. Daí a luta pela ocupação e manutenção do poder, bem como a resistência à política de alternância.

A alternância é saudável em todos os níveis eclesiásticos, inclusive no pastorado, na igreja local. Há denominação que resolveu isso definindo que, a cada “xis” anos, suas igrejas se manifestam sobre a permanência ou não de seus pastores. Caso a igreja decida não reconduzir, o pastor recebe suporte financeiro por período definido de tempo a fim de que possa manter-se e arrumar outra fonte de sustento.

Em tal denominação, além do sistema oferecer apoio ao pastor, todas as igrejas são obrigadas a adotar o mesmo procedimento de eleição por tempo determinado. Já no sistema batista, as convenções não têm poder de regulamentar o funcionamento das igrejas, pois elas são autônomas. Portanto, esperar algo parecido com a citada denominação é pouco provável, pra não dizer impossível. Daí as experiências geralmente traumáticas, sempre que uma igreja decide substituir seu pastor.

Raras igrejas batistas copiam o modelo de pastorado por tempo determinado, mesmo com direito ilimitado a reeleição, e destas, não conheço uma que ofereça garantias de manutenção financeira em caso de substituição. Por isso, pastor com juízo, que depende exclusivamente do ministério, sabendo que a maioria absoluta das demais igrejas não adota tal política, reluta em aceitar tais pastorados.

Na Assembléia da CBBA, em Itabuna, alertei para a ilegalidade da recondução de pessoas ao Conselho. A recondução, além de ferir o princípio salutar da alternância, é visivelmente ilegal. O Estatuto diz que o Conselho deve ser renovado em 1/3. O conceito é matemático. 1/3 de 18 é igual a seis. Logo, qualquer número inferior a seis contraria o Estatuto. Mesmo que o Regimento deixasse alguma brecha, ela deveria ser desconsiderada, pois o Estatuto revoga disposições em contrário.

Agora, na Assembléia de Ipiau, novamente a legalidade foi ferida. O Estatuto da CBBA é cristalino: “Fica vedada a reeleição dos membros da diretoria, para terceiro mandato consecutivo” (Art. 15, Par. 6º). Uma pessoa pode ocupar somente duas vezes consecutivas uma função na diretoria. Ponto! O que passa disso é ilegalidade.

A pratica da recondução nesses casos da CBBA, além de nociva ao princípio de alternância e de renovação, é ilegal. E se nós compactuarmos com a ilegalidade, enfraquecemos nosso moral para falarmos em ética na vida pública. Por isso, seria interessante que o Conselho se manifestasse sobre o assunto para ficar claro que não é conivente com tal prática.

Defendo que nossos legisladores – vereadores, deputados e senadores – deveriam ter direito a somente uma reeleição consecutiva, como ocorre no Executivo. Algo semelhante deveria ser adotado para os juizes do STF. A alternância no poder é extremamente saudável, pois além de evitar vícios que os anos no cargo acarretam, abriria, ainda, espaços para que o sistema ficasse mais arejado.

Poucas pessoas se dispõem a estar constantemente abertas a enxergar a realidade usando novos paradigmas. Isso, entretanto, é essencial à saúde e desenvolvimento da vida. A alternância no poder não é uma garantia disso, mas aumenta a probabilidade de se enxergar as teias de aranha e sentir o cheiro de mofo que deixamos de perceber, pela permanência prolongada no poder.

Mas, se é um desafio hercúleo implementar e manter a alternância, em nossas relativamente pequenas estruturas batistas, nas quais as funções deveriam ser ocupadas, em tese, pelo desejo de servir e não pelas benesses do poder, como lutar por isso nas estruturas da sociedade? Como defender tais teses se não dermos exemplo em nosso chamado democrático sistema eclesiástico?


ALTERNÂNCIA NO PODER - Resposta da Diretoria da CBBA

Observação: Mantive o texto original que chegou às minhas mãos (e não com os cortes feitos e publicado n'O Jornal Batista Baiano).

Entendi que deveria fazer assim para que os interessados conheçam o fato completo, uma vez que o esclarecimento, em vez de ater-se ao problema em si, desviou o assunto para um tratamento pessoal, tentando desmoralizar-me ao afirmar, primeiro, uma postura leviana porque teria me calado estando na Assembléia; depois, apontando um erro de publicação referente ao STF e, terceiro, fazendo menção de uma das pessoas da diretoria que é da I.B. da Graça, numa maneira de criar um desconforto entre mim e ela e entre mim as pessoas que a conhecem, deixando de citar os nomes de outro (s) nome (s) da diretoria que, segundo soube, também estariam irregularmente na diretoria.

Não sei quem seria (m) o(s) , nem me preocupei em saber. Sabia da secretária porque desde que cheguei ao Salvador, há 4 anos, ela já fazia parte da diretoria.

Após conversas, foi retirado o os dois primeiros aspectos e mantido o terceiro.

Observo, finalmente, que o assunto não me apaixona, nem estou defendendo a saída, permanência ou entrada de quem quer que seja. Apenas apontei um exemplo das dificuldades de alternância no poder, em diversas instituições, inclusive nas religiosas.

A seguir, o texto como chegou às minhas mãos, sem os cortes referentes à acusação da suposta omissão de minha parte e da questão do STF.

"ESCLARECIMENTO AO POVO BATISTA BAIANO

Este é o tema por demais propício, para responder ao ilustre articulista o pastor Edvar Gimenes, que na edição de O BATISTA BAIANO de setembro e outubro de 2008, às páginas 09, escreveu o seu artigo, no Órgão de Informação da Convenção Batista Baiana.

Referimo-nos explicitamente ao artigo escrito, pelo Nobre Convencional da Assembléia de Ipiau, presente, inclusive no dia exato da eleição, quando teve seu nome indicado para Cargos da Diretoria da Convenção Baiana e, esponte sua, declinou da indicação do seu nome, deixando de concorrer, dentro do espírito mais tranqüilo de cidadania, fato este que queremos respeitar.

Pois bem, caros leitores, naquela oportunidade o ilustre articulista Pastor Edvar Gimenes, que participou do proecesso eleitoral, senão concorrendo, mas, votando, poderia, pela ordem, ter pedido a palavra, e ter dito o que disse em seu artigo de forma a querer insinuar ilegalidades por parte da Diretoria da Convenção Batista Baiana, fato este, inaceitável e, que está a requerer um posicionamento da própria Diretoria, que não tem qualquer receio de explicar o equívoco acontecido, mas, que pelo bom senso, e a participação efetiva do nobre articulista que poderia evitar a resposta que ora se dá dentro dos princípios de legalidade e de tranqüilidade.

O Povo Batista Baiano, precisa saber que não houve qualquer ilegalidade na realização da eleição da diretoria da Convenção e, em vista do artigo escrito, a Diretoria da Convenção através da sua presidência, e através de ato administrativo, declarou vago o Cargo de 1º Secretário ocupado pela Professora Maria Assis, que é ovelha do ilustre Pastor Edvar Gimenes, pois, dentre todos os eleitos, foi o único equívoco que aconteceu, pois, pela terceira vez consecutiva, a irmã Professora Maria Assis, que é amada e admirada pelo Povo Batista Baiano fora reeleita para o Cargo de Primeira Secretária, e, em verdade, a diretoria descuidou do fato, tendo dado ensejo ao artigo escrito pelo ilustre convencional.

Se o Nobre Convencional presente, não tivesse se omitido, e tivesse exercido naquele instante o seu direito legítimo de cidadão e de convencional, e, como pessoa entendida nesses meadros parlamentares, e, tivesse alertado a diretoria durante o processo eleitoral, de que a professora Maria Assis estava sendo reeleita para o mesmo cargo já pela segunda vez teria evitado o artigo que escreveu.

Nenhum outro membro da Diretoria, eleito para qualquer cargo na Assembléia de Ipiau, foi reeleito por mais de uma vez, exceto para o Cargo de Primeiro Secretário para o qual a professora Maria Assis foi reeleita para o segundo mandato.

Talvez o ilustre articulista ao escrever sobre ALTERNÂNCIA DE PODER, e, sobretudo ao citar o Estatuto da CBBa dizendo inclusive que o mesmo é cristalino, e, é mesmo, se esqueceu de lê-lo fazendo a exegese exata do que diz a Lei, no & 6º, do Art, 15, senão vejamos:



“Art. 15..................& 6º ´Fica vedada a reeleição dos membros da diretoria, para terceiro mandato consecutivo.”

Pois, bem, só a querida irmã Maria Assis é que foi reeleita, para o terceiro mandato, no mesmo cargo. Se, por acaso, esta amada irmã tivesse exercido qualquer outro cargo na Diretoria, que não fosse o de primeira Secretária, ela estaria apta, e elegível naquela assembléia realizada em Ipiau para ser eleita, vez que não estava sendo reeleita pela segunda vez para o terceiro mandato.

O que o membro da Diretoria não pode ser, é, reeleito, por mais de uma vez, para o mesmo cargo, mas, eleito pode ser, para qualquer cargo, durante vários mandatos, se os cargos forem outros para o qual ainda não houve uma reeleição, porque reeleito, é só uma vez.

Por exemplo, o Nobre articulista Pastor Edvar Gimenes, poderia ser eleito presidente, reeleito presidente na outra eleição dois anos depois, ser eleito primeiro secretário dois anos depois, ser eleito primeiro vice-presidente dois anos depois, ser eleito presidente dois anos depois, ser eleito segundo vice presidente dois anos depois, e, assim por diante, durante mais de dez (10) anos consecutivos, e não estaria ferindo o Estatuto da Convenção Batista Baiana, porque quando alguém é eleito, não é reeleito, e a vedação é para REELEIÇÃO POR MAIS DE UMA VEZ, ISTO É PARA O MANDATO NO MESMO CARGO.

Assim sendo, a presidência da Convenção Batista Baiana através de ato administrativo próprio, estribada em jurisprudência e no fato de que toda e qualquer administração pode rever atos administrativos, bem como ocorrências que venha a se constituir motivo de erro ou de desconformidade administrativa, resolveu, DECLARAR VAGO O CARGO DE PRIMEIRO SECRETÁRIO DA CONVENÇÃO BATISTA BAIANA, para o biênio 2008/2010, em vista da ilustre Professora Maria Assis, ter sido reeleita para um terceiro mandato na Assembléia Convencional realizada em Ipiú, Bahia, nos dias 01 a 05 de julho de 2008.

A jurisprudência na qual se embasou a Presidência da Convenção é a que vai a seguir transcrita:

A jurisprudência é pacífica no sentido de que a ADMINITRAÇÃO pode declarar a nulidade de Atos Administrativos conforme a seguir:

“ATO ADMINISTRATIVO – ANULAÇÃO - EFEITOS: reconhecida e declarada a nulidade do ato,pela administração ou pelo judiciário, o pronunciamento de invalidade opera EX TUNC, desfazendo todos os vínculos entre as partes, obrigando-as á reposição das custas ao “STATUS QUO ANTE”, como conseqüência natural e lógica da decisão anulatória”. Recurso ao qual se nega provimento. (TST – RMA 321696/1996 – OE – Rel. Ac. Min. Ursulino Santos – DJU 21.11.1997 – p. 60774);

Vale salientar que, na estrutura judiciária do Brasil não existe Superior Tribunal Federal, como consta do artigo publicado pelo nobre articulista, mas, ao invés de Superior Tribunal Federal é Supremo Tribunal Federal – STF ou, Superior Tribunal de Justiça –STJ.

É o que tínhamos a esclarecer ao povo Batista Baiano, ficando patenteadop que, nenhum dos ocupantes de Cargos na atual diretoria, tem qualquer intenção de se perpetuar no Poder, principalmente, porque a Diretoria reconhece que a supremacia do Poder é do Senhor Jesus Cristo o autor e Consumador da fé, tendo todos os membros da atual diretoria, arraigados consigo o sentimento de serviço e de respeito a causa do Senhor, esperando estar encerrado o presente assunto.

Salvador, 21 de outubro de 2008, sala de Reuniões da Diretoria da Convenção Batista Baiana.

A Diretoria,

Presidente = Pr. Carlos César Januário
1ª vice-presidente = Pr. Isaias Andrade Lins Filho
2ª Vice-Presidente = Pr. Dilmã Santos Cerqueira
3ª Vice-Presidente = Pr. Arnaldo Ferreira dos Santos
1ª Secretária = Profª Maria Assis
2ª Secretária = Profª Eliane Chagas Vila Flor Peixoto
3ª Secretária = Profª Antonia Lima de Oliveira

Relator da Comissão Jurídica Permanente = Dr. Orlando Rodrigues Pereira"

(Leia minha resposta no texto seguinte, no arquivo)

Alternância no Poder - Resposta à reação da diretoria da CBBA

À diretoria daCONVENÇÃO BATISTA BAIANA

Irmãs e irmãos,Recebi a declaração preparada por esta diretoria, em resposta a dois parágrafos de artigo publicado n’O Jornal Batista Baiano, intitulado “Alternância no poder”.

Primeiramente agradeço a atenção dada ao assunto, uma vez que alertei sobre o problema em Itabuna, alertei alguns dirigentes, por e-mail, antes da assembléia de Ipiau e, em face da repetição do fato, entendi que deveria colocar o tema em debate perante o povo batista.

Saliento, também, que tratei do assunto institucionalmente, sem fazer referência a qualquer pessoa em particular. Também defendi uma idéia, aplicando-a ao pastorado local, às assembléias legislativas e ao judiciário, portanto, sem pensar em colocar carapuça na cabeça de ninguém.

Em relação à minha presença em Ipiau

Compreendo o equívoco cometido por esta diretoria ao estabelecer o pressuposto de que eu estava em Ipiau e não me pronunciei. Na verdade, estive na sessão de quinta-feira, na qual fui indicado para o CONSELHO da CBBA e declinei por defender não somente alternância, mas também a descentralização de poderes. Já na sessão de sexta, em que houve eleição da diretoria, não compareci, pois já estava retornando para Salvador.

Compreendo o equívoco, até porque não nos conhecemos, mas lamento acusação implícita de leviandade, ao acusar-me falsamente de que teria silenciado na assembléia e depois levantado a questão no jornal.

Em relação à interpretação da cláusula estatutária

Penso que teremos um bonito debate na próxima assembléia, caso a diretoria mantenha a interpretação exposta na declaração, por três razões:

A interpretação parece ser favorável à perpetuação de pessoas no exercício do poder e não à alternância. Parece-me que o povo baiano como um todo está dizendo nas urnas que não quer mais isso e, se não conseguimos estar na vanguarda, neste assunto, certamente seguiremos à reboque das mudanças de mentalidade baiana, próprias da democracia;

A interpretação não apresenta uma exegese, pois exegese trata de análise dos termos do texto e neles fundamenta a tese. Já o fundamento da interpretação da diretoria não está nos termos do texto, mas na interpolação de uma idéia contida na expressão “no mesmo cargo” que é “apócrifa”;

A Convenção Batista Brasileira adota o mesmo princípio e, basta ler os livros dos mensageiros, desde que isso foi aprovado e nunca mais encontramos uma mesma pessoa circulando de cargo em cargo dentro da diretoria, perpetuando-se no poder. Portanto, basta consultar qualquer advogado não comprometido com a política denominacional que, com certeza, discordará da interpretação dada pela diretoria.

Em Relação à Maria Assis:

A bem da ética cristã, tomei o cuidado de, antes mesmo de elaborar o artigo, chamar Maria Assis em meu gabinete e expor minhas intenções, deixando claro não tratar-se de nada pessoal em relação a ela. Seria insensatez de minha parte não conversar com ela, uma vez que temos trabalhado juntos há quase 4 anos e nossas divergências têm sido tratadas tête-à-tête.

Se não nos tratássemos com um mínimo de respeito, jamais sendo o pastor da igreja e ela ministra de Proclamação, conseguiríamos, por exemplo, que em 2008 nossa igreja levantasse mais de cem mil reais para Juntas missionárias e trans-chapada, além de mantermos 3 congregações, ajudando no sustento de dois obreiros nelas e, inclusive, comprando um terreno para uma delas no valor de trinta e seis mil reais. Igreja que não confia em seus líderes não contribui financeiramente.

Coloco isso apenas como evidência de que entre nós não há tratamento desrespeitoso. O que tenho que dizer, digo a ela (ou a quem quer que seja), sem mandar recado.

Em relação ao STF

De fato, houve um erro, reconhecido antes da publicação do texto, mas, conquanto tenha solicitado a correção, ela não foi feita. De qualquer forma, considero o destaque irrelevante, primeiro porque, repito, não tenho a pretensão de ser perfeito e, segundo, porque é questão insignificante diante do problema que estamos tratando. É uma pena também a utilização deste detalhe como tentativa de desmoralização da minha pessoa.

Finalmente, declaro estar com o coração aberto para dialogar sobre o assunto, sempre no espírito de separar idéias de questões pessoais, pois creio não interessar ao desenvolvimento do Reino que nós, parte de sua liderança, estejamos investindo nossas energias remoendo amarguras pessoais.

Esta diretoria pode contar com minha boa vontade em relação aos desafios que têm diante de si.

Atenciosamente
Edvar Gimenes de Oliveira,
pastor